Boné defiende el suministro de agua desde el río Huerva

EL PERIÓDICO DE ARAGÓN

(16/05/2009)

Las obras del proyecto de abastecimiento de agua desde el río Huerva a los municipios de Aguilón, Valmadrid, Fuendetodos, La Puebla de Albortón y Villanueva de Huerva están finalizadas y tan solo queda pendiente la puesta en funcionamiento de los suministros eléctricos y los permisos de Industria.

Así lo indicó ayer el consejero de Medio Ambiente, Alfredo Boné, en su comparecencia en las Cortes de Aragón, a petición de CHA, para explicar la sostenibilidad del proyecto, las afecciones medioambientales en una cuenca como la del Huerva y la tramitación administrativa de la actuación, que llevará agua desde el embalse de Las Torcas, en Tosos, hasta cinco poblaciones de las comarcas de Campo de Belchite y de Campo de Cariñena.

Ante las dudas de Chunta de que el proyecto sea viable debido a que el Huerva es un río «prácticamente muerto» en su parte baja, Boné remarcó que es «ínfimo» el porcentaje de agua que se confiere de la cuenca.

Las palabras de Boné hicieron reaccionar a la asociación Huerva Vivo, que indicó que el consejero «ha justificado la desecación en sus tramos medio y final del río Huerva para abastecer de agua a los citados municipios.

 

Tres organizaciones ecologistas de Aragón piden la dimisión o el cese de Boné y Biel

CRONICA DE ARAGÓN

(16/05/2009)

Ansar, Coagret y Ecologistas en Acción critican la permisividad del Gobierno de Aragón con el urbanismo salvaje de La Muela

Las organizaciones ecologistas Ansar, Coagret y Ecologistas en Acción firmaron ayer un manifiesto en el que reclamaban, entre otras cosas, que «los señores Biel y Boné tienen que dimitir o ser cesados por el Presidente». Esta petición viene motivada por la permisividad que a juicio de estas organizaciones han ejercido el consejero de Medio Ambiente, Alfredo Boné, y el vicepresidente del Gobierno de Aragón, José Ángel Biel, frente al «urbanismo salvaje» practicado en el municipio de La Muela.

Según las organizaciones firmantes del manifiesto, «el municipio de La Muela cuenta con espacios de gran valor ambiental que han sido agredidos por el desarrollo desordenado y especulativo de su ayuntamiento y de los promotores inmobiliarios, sin que el INAGA, ni el Departamento de Medio Ambiente adoptaran medidas suficientes de protección».

Ansar, Coagret y Ecologistas en Acción consideran que fueron ignoradas reiteradamente sus denuncias «pidiendo la protección para las zonas de cría del Aguila Real, el Aguila Perdicera o las aves esteparias, o las denuncias por los vertidos a campo abierto del Polígono Industrial Centrovía desde el primer día hasta hoy, fecha en la que todavía no existe tratamiento para las aguas residuales».

Los ecologistas apuntan que el reciente informe de la Fiscalía de Medio Ambiente de Teruel, «deja muy claro qué es lo que está ocurriendo desde que llegó el Sr. Boné al Departamento». Este documento señalaba que los efectivos del Departamento de Medio Ambiente del Gobierno de Aragón y de su empresa pública SODEMASA no cooperaban, e incluso obstaculizaban, las investigaciones de la Fiscalía sobre posibles delitos medioambientales.

El vicepresidente del Gobierno de Aragón también sale mal parado en el manifiesto publicado por los ecologistas, puesto que «cuando desde las ponencias técnicas y la propia Comisión Provincial de Urbanismo se intentaba poner freno al crecimiento desmesurado del municipio de La Muela y a las nefastas consecuencias que ello tiene para la ordenación territorial y la prestación adecuada de los servicios públicos, era el Sr. Biel el que volvía a dar rienda suelta a los delirios de la Sra. Pinilla, desautorizando la adopción de medidas».

Ansar, Coagret y Ecologistas en Acción piden también que se aparte de su cargo a la alcaldesa de La Muela, María Victoria Pinilla, «para garantizar el buen funcionamiento de ésta administración local, actualmente bloqueada», y que se ponga en marcha la Cámara de Cuentas de Aragón «dotada de los medios suficientes para ejercer su labor con agilidad y eficacia».

Las tres organizaciones ecologistas de Aragón manifestaron también su apoyo a la movilización contra la corrupción urbanística convocada para el sábado 16 en el municipio de La Muela, bajo el lema «Contra la corrupción y los políticos que la sustentan. Apoyo a la Justicia». La manifestación partirá a las ocho de la tarde del Auditorio Municipal, y recorrerá varias calles para finalizar en el Ayuntamiento.

Comunicado do MCLT: Declaração de Impacte Ambiental da Barragem do Tua

A Declaração de Impacte Ambiental (DIA) da Barragem do Tua, emitida esta semana pelo Ministério do Ambiente, constitui uma afrontosa e anti-democrática testemunha de todo o processo de favorecimento tácito oferecido à EDP no Vale do Tua. Este surreal parecer favorável a uma empresa que aparece inicialmente com direitos de preferência, que rebenta sem licenciamento e veda ao acesso público as margens do Tua impunemente, e que lança agora uma esfusiante campanha de publicidade enganosa sobre barragens, é uma mancha inqualificável na Democracia Portuguesa.

Não podemos deixar de referir e estranhar que o parecer do MCLT, enviado atempadamente, não seja mencionado no documento publicado ontem. Esperamos que sejam esclarecidas rapidamente as razões para esta omissão uma vez que a confirmarem-se erros desta natureza, poderia colocar em risco a credibilidade desta instituição, a Agência Portuguesa do Ambiente.

Esta mesma DIA fez tábua rasa de tudo o que a pudesse contradizer:

  • O caderno de encargos da Barragem do Tua, onde se exige a reposição de vias por alternativas com igual valência. Refira-se neste caso a Barragem da Valeira, onde a EDP teve de pagar uma alternativa ferroviária à Linha do Douro, que incluiu 2km de via, uma nova travessia do Douro e uma nova estação;
  • O Estudo de Impacte Ambiental, que conclui da forma mais categórica possível que a barragem trará «impactes muito negativos ao nível da economia local, em particular para agricultura e agro-indústria, com repercussões também muito negativas ao nível do emprego e dos movimentos e estrutura da população», numa região que «não facilita o estabelecimento de percursos tradicionais de transporte colectivo rodoviário»;
  • Orientações totalmente contrárias a esta barragem em documentos oficiais de Ordenamento do Território e do Turismo, como sejam o PENT, o PROTN e o próprio PNPOT, onde se pode inclusivamente concluir que esta barragem se encontra em «troço de influência de ruptura de barragem» e «perigo de movimento de massas»;
  • Pareceres contrários de órgãos como o IGESPAR e a APPI (órgão consultor da UNESCO em Portugal), do próprio Ministério dos Transportes, e os 85% de pareceres negativos enviados no âmbito da discussão pública do EIA.

A DIA não obriga à construção de nenhuma alternativa ferroviária, ao contrário do que já foi veiculado em alguns órgãos de comunicação social. Este refere apenas a «análise da viabilidade de construção de um novo troço de linha férrea», apontando de forma pressurosa para uma alternativa fluvial no caso de não se optar pela ferrovia. A viabilidade da Via Estreita está demonstrada, pelo investimento a ser realizado nas linhas do Corgo e do Tâmega, e pelas reaberturas e sucesso geral da Via Estreita em países como a Espanha, Suíça e Japão, não admitindo da nossa parte critérios economicistas quando os Metros de Lisboa e do Porto acumulam prejuízos de centenas de milhões de euros.

A única defesa desta barragem aparece na forma da produção de energia eléctrica, o que é totalmente irreal. Na verdade, o contributo da barragem do Tua será no máximo de 0,5%, valor suportado em 75% e a 1/3 do custo apenas pelo reforço de potência a realizar na barragem do Picote; juntando os reforços de potência a realizar no Picote, Bemposta e Alqueva, consegue-se produzir o mesmo que 3 barragens do Tua!

Que desenvolvimento advirá para a região, quando edis como o de Montalegre e de Miranda do Douro, com 5 e 2 barragens respectivamente, não recebem da EDP nem o suficiente para pagar a iluminação pública dos seus concelhos? Como poderá o Turismo sair beneficiado com mais outro espelho de água e com a perda de valores genuínos e únicos? Que medidas poderão proteger da extinção os 19% de espécies de vertebrados e as 14 espécies de aves presentes no Tua com estatuto de ameaçados, e da destruição os habitats de leito de cheia, que agregam 20% das espécies RELAPE de Trás-os-Montes?

Volta a ser mais uma vez altamente conveniente um acidente em vésperas de uma data importante para a Linha do Tua, desviando a atenção da opinião pública para «outro acidente», ao invés de dar ênfase à emissão da DIA. Aguardamos o apuramento das suas causas, tal como o apuramento de responsabilidades ainda não assumidas sobre os anteriores acidentes.

O Governo, pela voz do Ministério do Ambiente, levantou a sua mão e aplicou sem piedade uma bofetada no futuro e dignidade não apenas de Trás-os-Montes e Alto Douro, mas de Portugal inteiro. Esta DIA é uma afronta, e deve ser emendada o mais rapidamente possível, sob pena de encontrar uma mais resoluta onda de contestação contra uma barragem que ninguém defende com critérios válidos.

O MCLT não está sozinho nesta luta, e muito falta ainda por dizer e fazer, num ano em que a população expressará de forma determinante a sua soberania. Não ficaremos de braços cruzados perante esta decisão intolerável.

Movimento Cívico pela Linha do Tua, 13 de Maio de 2009

www.linhadotua.net

Parecer ao Estudo de Impacto Ambiental do Aproveitamento Hidroeléctrico de Foz Tua

pelos vistos, e apesar de termos ido pessoalmente alertar que o parecer da COAGRET-Portugal tinha sido enviado (e entregámo-lo por via electónica de novo em plena reunião (para que não restassem dúvidas ou ), mas não tínhamos recebido confirmação de recepção (parece que aquelas datas o Instituto do Ambiente «teve uns problemas informáticos»), tal parecer não foi, ao que parece, tido em consideração. Mas pode ser consultado aqui.

Se celebran en Buendía, Cuenca, las III JORNADAS “POR UN TAJO VIVO” que se centrarán en los efectos del trasvase Tajo-Segura sobre la gestión del Tajo

Durante el próximo fin de semana (15, 16 y 17de mayo), tendrán lugar en la localidad conquense de Buendía las III Jornadas «Por un Tajo Vivo», organizadas por la Red Ciudadana por una Nueva Cultura del Agua en el Tajo/Tejo y sus ríos (www.redtajo.es) y la Mancomunidad de Municipios ribereños de Entrepeñas y Buendía, y que este año coincidirán con la celebración de la asamblea y entrega anual de premios de la Fundación Nueva Cultura del Agua.

En estas jornadas se tratarán, desde la óptica de los colectivos que forman parte de la Red ciudadana del Tajo, los problemas que aquejan al río, así como el posicionamiento de los mismos en el momento actual del proceso de planificación hidrológica. Nos encontramos en plena recta final de la elaboración del Plan de cuenca del Tajo por parte del Ministerio de Medio Ambiente y Medio Rural y Marino, cuyo borrador será presentado a consulta pública antes de septiembre de este año. En este contexto preocupa especialmente la tramitación y posible aprobación de concesiones de agua del Tajo para los regantes del Tajo-Segura al margen del proceso de planificación en marcha, y que en efecto garantizarían la continuidad del trasvase independientemente de la disponibilidad de agua en el Tajo y de la dificultad de cumplir con las exigencias ambientales de la Directiva Marco del Agua con los escasos caudales existentes.

 

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El Consejero de Medio Ambiente del Gobierno de Aragón justifica la desecación del río Huerva

En su comparecencia esta mañana en las Cortes de Aragón el Consejero Alfredo Boné ha justificado la desecación en sus tramos medio y final del río Huerva para abastecer de agua a los municipios de la Mancomunidad de las Torcas.

La Asociación Huerva Vivo ha estado presente en la Comparecencia del Consejero Boné esta mañana en las Cortes de Aragón ante los grupos parlamentarios a petición del Grupo Parlamentario de Chunta Aragonesista para que diera explicaciones sobre la construcción de la conducción que pretende llevar agua del río Huerva a los pueblos mancomunados de Aguilón, Fuendetodos, La Puebla de Albortón, Valmadrid, y Villanueva de Huerva para satisfacer sus demandas de agua de boca.
En la comparecencia ha quedado claro que el Sr Boné justifica la desecación del Huerva para llevar agua de boca a los municipios mencionados, no queriendo entrar en que la concesión dada por la CHE para esa demanda a la mancomunidad de las Torcas de 3,5 l/s es suficiente para las 2.500 personas calculadas en el momento máximo de demanda de los pueblos y contra la que la Asociación Huerva Vivo nada tiene que decir, sí lo tenemos, y por lo tanto es el motivo por el que se creó la plataforma, sobre la concesión de 13,5 l/s (y el intento de concesión de 20 l/s que fue retirado), y que es el que en estos momentos está sobre la mesa de la CHE pendiente de aprobar, y que a pesar de ello se ha realizado la obra por completo a falta de la terminación y conexión de las redes eléctricas que permitirán llevar el agua a las localidades mencionadas.
La asociación Huerva Vivo considera que justificar una obra para más capacidad de la que se tiene concedida será difícil el control de la detracción de agua sobre la misma.
Es significativo que el Consejero Boné justifique el despendio económico realizado mediante el alegato de que …»es una previsión de futuro ante las nuevas demandas de agua previstas por el crecimiento urbanístico de los pueblos demandantes. «
Las políticas urbanísticas llevadas a cabo en los últimos tiempos nos están demostrando que la sostenibilidad no importa, lo que importa es el negocio y lo adornamos con la creación de empleo y el que desde los grupos de oposición que denuncian estos abusos molestan a la economía de los pueblos y de las instituciones.
El Consejero Boné no ha querido tampoco entrar en que la obra haya sido declarada de interés autonómico para saltarse las reticencias del municipio de Tosos y las acciones de los grupos ecologistas que han impedido, hasta que no han podido más, el que la obra se llevase a cabo en esas circunstancias, y se ha sentido apoyado porque no ha habido además ningún otro ayuntamiento de los afectados quejándose de la obra.
El que los alcaldes de la ribera del Huerva no se hayan manifestado en contra no quiere decir que sus ciudadanos estén de acuerdo con sus posiciones políticas.
El Consejero Boné, a nuestro entender, «parece que adopta la postura que hay que tomar en el Paso de Mahoma para acceder a la cima del Aneto» a la que ha hecho referencia el mismo en su intervención, con respecto a las oportunidades de negocio ofrecidas por la construcción desmesurada de viviendas en nuestra comunidad.
Nos parece muy grave el que no se tenga en cuenta dentro de nuestras instituciones, y las personas que nos gobiernan, la sostenibilidad en los proyectos que se presentan.
Nosotros estamos de acuerdo en que las poblaciones tengan sus necesidades básicas cubiertas, el acceso y disfrute de agua potable es un derecho de los ciudadanos, pero hay formas más baratas y accesibles a los ayuntamientos que lo necesiten para realizarlo.
Los tratamientos y sistemas de depuración de agua con el sistema de osmosis es mucho más sostenible que hacer una tubería de 60 Km. para dar agua a una cuenca que, si la necesita tiene alternativas como el agua del Canal Imperial, mucho más cercano a los pueblos referidos, y con un caudal infinitamente más abundante que las aguas del Huerva, y con el que no se perjudicaría a nadie, siendo además la infraestructura necesaria mucho menor y por tanto más económica.
Lo insostenible es que el caudal del Huerva actualmente está aprovechado en un 110%, aumentándose éste con el aprovechamiento que esta obra conlleva.
El consejero Boné justifica lo injustificable alegando que un 1,29% del volumen de agua de la cuenca es el caudal máximo que se derivaría a la Mancomunidad de las Torcas y que esa cantidad no es significativa en el río.
Lo que es real es que el caudal del río debería de ser de 90 a 150 l/s, datos de la Directiva Marco de Agua, un tercio del año el caudal del Huerva no supera los 32 l/s, si de ahí hay que restar la concesión de los 3,5 l/s más lo solicitado a la CHE por la mancomunidad, osea los 13,5 l/s, el caudal que nos queda no llega ni para el llenado de una acequia de riego.
El río Huerva en su tramo final es un río muerto, contaminado con componentes como cinc, selenio, plomo, arsénico, níquel, cobre y cromo en sedimentos, debido a la industria que se sitúa en sus márgenes, catalogado por la CHE como el cuarto punto negro de la cuenca Hídrica del Ebro por la contaminación que tiene. Se han empezado a hacer mejoras con la construcción de la depuradora de Cuarte, pero no se recogen en su totalidad todos los caudales, pero si desecamos el río y dejamos un caudal ínfimo no tendrá posibilidades de arrastrar los componentes que se le vierten hasta la depuradora construida, convirtiendo en un estercolero lo que ha sido un río, pobre en caudales pero vivo en su ecología hasta que el hombre ha ejercido su presión sobre él y lo ha transformado en lo que hoy es y lo que es peor, en lo que será en un futuro muy próximo.

La Asociación Huerva Vivo ha denunciado que Boné justifica la desecación del río

ARAGÓN DIGITAL

(15/05/2009)

La Asociación Huerva Vivo ha denunciado que en su comparecencia ante las Cortes el consejero de Medio Ambiente, Alfredo Boné, ha justificado la defecación del río Huerva. Además, ha recordado que no se opone a una concesión de 3,5 litros por segundo sino a la de 12,5 que está estudiando en estos momentos la CHE.

La Asociación Huerva Vivo ha denunciado que la comparecencia del consejero de Medio Ambiente ante la Comisión de las Cortes de este viernes ha evidenciado que justifica la desecación del Huerva para llevar agua de boca a los municipios mancomunados de Aguilón, Fuendetodos, La Puebla de Albortón, Valmadrid, y Villanueva de Huerva para satisfacer sus demandas de agua de boca.

La asociación ha aclarado que no se opone a la concesión dada por la CHE para esa demanda a la mancomunidad de las Torcas de 3,5 litros por segundo y ha asegurado que esta cantidad es suficiente para las 2.500 personas calculadas en el momento máximo de demanda de los pueblos.»Sí nos oponemos a la concesión de 13,5 litros por segundo, que es el que en estos momentos está sobre la mesa de la CHE pendiente de aprobar, y que a pesar de ello se ha realizado la obra por completo a falta de la terminación y conexión de las redes eléctricas que permitirán llevar el agua a las localidades mencionadas», han añadido desde la asociación.

La asociación Huerva Vivo considera que la construcción de una obra para más capacidad de la que se tiene concedido el permiso dificultará el control de la detracción de agua. «Es significativo que el consejero Boné justifique el despendio económico realizado mediante el alegato de que es una previsión de futuro ante las nuevas demandas de agua previstas por el crecimiento urbanístico de los pueblos demandantes», ha apuntado la asociación, que también ha recordado que «las políticas urbanísticas llevadas a cabo en los últimos tiempos nos están demostrando que la sostenibilidad no importa, sino el negocio».

Además, se queja de que Boné no se haya referido al hecho de que la obra haya sido declarada de interés autonómico para saltarse las reticencias del municipio de Tosos y ha criticado que se sienta apoyado porque no ha habido además ningún otro ayuntamiento de los afectados quejándose de la obra. «El que los alcaldes de la ribera del Huerva no se hayan manifestado en contra no quiere decir que sus ciudadanos estén de acuerdo con sus posiciones políticas», asegura la Asociación Huerva Vivo.

Por otro lado, esta organización asegura que es «insostenible que el caudal del Huerva esté actualmente aprovechado en un 110%, aumentándose éste con el aprovechamiento que esta obra conlleva».

Los opositores a Yesa volverán al juez si sigue el recrecimiento

EL PERIÓDICO DE ARAGÓN
(05/05/2009)
Denuncian que el tercer modificado contiene «graves irregularidades».La Asociación Río Aragón presentan 3.500 alegaciones al proyecto.

Conscientes de que su primer intento de frenar el recrecimiento del embalse de Yesa en los tribunales fracasó, los detractores de esta actuación hidráulica, encabezados por la Asociación Río Aragón, volverán a los tribunales para intentar paralizar la obra si no prospera su actual petición de que se desestime. Esta organización y dos más han presentado 3.500 alegaciones al tercer modificado del proyecto de ampliación de la presa, las mismas que contabilizó ayer la CHE.

Luis Solana, presidente de Río Aragón, fue claro. «Si no se reconsidera (la obra), se abre la puerta a recursos judiciales y ante los tribunales que vemos que están fundados», comentó. Pese a admitir que la «experiencia judicial» de este colectivo «no es buena» (perdió varios procesos judiciales contra Yesa), Solana se mostró convencido de que la tramitación del tercer modificado tiene «graves irregularidades», por lo que «se podría parar en los tribunales».

Según Solana, en la documentación sacada a información pública faltan diversos informes, como uno sobre riesgos geológicos y geotécnicos encargado en el 2007, lo que invalida el trámite «de partida». (Por cierto que la CHE asegura que las conclusiones de dicho informe sí están en la documentación). Estas organizaciones argumentan que la actuación es peligrosa e innecesaria, que tiene alternativas que ahorrarían «150 millones de euros»), que destruye kilómetros del Camino de Santiago, que vulnera directivas europeas, que es «una aberración económica», pues su presupuesto ya ha crecido un «99,7%» respecto al inicial.

Las organizaciones confiaron en que la declaración de impacto ambiental sea negativa y el recrecimiento se descarte.

Las solicitudes de reversión de suelo en Jánovas suman un centenar

EL PERIÓDICO DE ARAGÓN
(05/05/2009)
105 antiguos propietarios de suelo en Jánovas (o herederos de estos) han solicitado ante la CHE la reversión de sus tierras, después de que se descartara de forma oficial la construcción del embalse. Todas las peticiones han sido admitidas y han generado un expediente que concluirá con un informe para determinar si se tiene derecho a esos suelos. Las primeras resoluciones pueden estar en junio.

Las asociaciones contrarias al recrecimiento de Yesa afirman que su solución alternativa costaría 150 millones menos

ARAGÓN DIGITAL
(04/05/2009)
Las asociaciones contrarias al recrecimiento de Yesa han presentado 3.500 alegaciones al proyecto. Mantienen que es “peligroso” e “injustificado” y que vulnera el patrimonio y la Directiva Marco del Agua. Además aseguran que crear siete embalses en Bardenas y modernizar el regadío sería una alternativa que costaría 150 millones menos.
La asociación Río Aragón, la plataforma “Vida+Sí Yesa+No” de Sangüesa y Coagret junto con otros colectivos ecologistas y sociales han conseguido reunir 3.500 alegaciones contra el tercer modificado del recrecimiento de Yesa. Con ellas, exigen que se descarte definitivamente el proyecto, y proponen como alternativa construir siete embalses laterales en Bardenas y modernizar el regadío, una alternativa que costaría 150 millones de euros menos.

Así lo ha destacado el presidente de la asociación Río Aragón, Luis Solana, quien ha tildado la obra de “escándalo económico” y ha advertido de que la actuación prevista en la actualidad ya duplica el presupuesto inicial “sin incluir varias obras que el proyecto reconoce como necesarias, como son el tratamiento de las laderas y las filtraciones”.

Solana ha asegurado que las alternativas propuestas por la Fundación Nueva Cultura del Agua “supondrían un ahorro que estimamos no menos de 150 millones de euros”. Según sus cálculos, los siete embalses propuestos en Bardenas tendrían una capacidad conjunta de 491 hectómetros cúbicos y con la modernización del regadío se podría ahorrar entre un 30 y un 45% de agua, fertilizantes y pesticidas.

Un proyecto «injustificado» y «peligroso»

En cuanto a los motivos por los que siguen en contra del recrecimiento, los colectivos mantienen que es un proyecto “peligroso”, que “no se ha estudiado lo suficiente” y que “no tiene en cuenta los últimos estudios geológicos encargados por el Ministerio que debían determinar la gravedad de la situación y presentar proyectos con las soluciones, si las hay, a la estabilidad de las laderas del embalse”.

Apuntan también que es un recrecimiento “innecesario” que podría tener efectos “severos” y “críticos” en su entorno. “Está injustificado porque el abastecimiento a las poblaciones que hoy se sirven de Yesa está perfectamente garantizado con el actual embalse y con La Loteta, y el regadío se puede atender con las tramitaciones en trance”, ha dicho Solana.

Asimismo, alertan de que “destruye y desnaturaliza varios kilómetros del Camino de Santiago y bienes asociados”, y que vulnera la Directiva Marco de Aguas “pues incumple el objetivo de conseguir el buen estado ecológico, tanto en el río Aragón como en los ríos Riguel, Arbas de Biel y Luesia que reciben aguas de los regadíos».

Con todo, piden el abandono definitivo del proyecto, así como que se deje sin efecto el expediente expropiatorio del proyecto viejo, un trámite que, según Solana “sigue vivo”. Asimismo, reclaman que se ordene la paralización de las obras y se rescinda de la adjudicación que se hizo, ya que consideran que la obra planteada es totalmente diferente, por lo que “debería tratarse como nuevo proyecto y no como modificado”, ha apuntado el presidente de Río Aragón.

Inquietud en Sangüesa

Por su parte, desde la plataforma “Vida+Sí Yesa+No” de Sangüesa afirman que la posibilidad de que el proyecto siga adelante ha creado “inquietud” y “miedo” en la localidad. Su portavoz, Iker Aramendía, ha asegurado que los vecinos “tienen muchas dudas” sobre el proyecto y ha criticado la falta de interés mostrado desde la Administración para resolverlas. “Las reuniones con la CHE no han tranquilizado nada y hace más de año y medio que tuvimos la última”, ha dicho.

La plataforma considera que no se han estudiado en profundidad los riesgos para la población y que tampoco se han previsto las medidas que se deberían tomar en el caso de inundaciones. “El único plan de emergencia con el que estamos de acuerdo es el de que no se haga, puesto que aunque los planes de emergencia funcionaran en caso de catástrofe y pudiéramos salir corriendo y librarnos, ¿qué nos encontraríamos al volver al pueblo?. No hay derecho a que nos pongan en peligro de esta manera por mucho que nos preparen un camino de huida”, ha destacado.

También desde Coagret han criticado el proyecto. Su portavoz Javier Martínez mantiene que las alegaciones presentadas “tienen un peso aplastante” como para descartar el recrecimiento. El problema, ha dicho, es que todavía “existen las viejas políticas en las que el agua y los ríos siguen siendo explotados por dinero y poder”.

Los colectivos confían en que las 3.500 alegaciones presentadas sirvan para desestimar el proyecto y zanjar la polémica. De no ser así, anuncian que emprenderán acciones legales. “Confiamos en que se podrá parar en los tribunales”, ha dicho Solana.