Nueva temporada de actividades del proyecto VoluntaRios

Estimados amigos VoluntaRíos:

Nos complace informaros de que próximamente retomaremos las actividades de VoluntaRíos para la temporada de primavera de 2009.
Muy a pesar nuestro, debido al recorte en las subvenciones nos veremos obligados a apretar el cinturón y reducir las actividades, siendo las siguientes:

• Salidas de formación y diagnostico
• Apadrinamientos de los ríos.
• Ciclo de Conferencias y Excursiones “Encuentros con los ríos y humedales de Aragón: un río al mes”.

Para primer encuentro y toma de contacto de la temporada nos ilusionaría mucho vernos en el ciclo de conferencias “Encuentro con los ríos y humedales de Aragón: un río al mes” comenzará el día 23 de Febrero a las 19:00 horas con la charla sobre el río Alfambra “El gran río de Teruel” que se desarrollará en el centro Joaquín Roncal ( C/ San Braulio, 5-7 ).

Como ya sabéis, las charlas van acompañadas de una excursión, por lo que para el domingo 1 de Marzo iremos a descubrir el río Alfambra. Se saldrá desde el Paraninfo- Antigua Facultad de Medicina a las 8h de la mañana, ¡hay que ser puntuales!. Venir con calzado apropiado y un buen bocadillo para el almuerzo y la comida.
Os animamos, también a que asistáis a la proyección del video sobre el Proyecto VoluntaRíos, el 26 de Febrero a las 19h, en la sede de ANSAR (C/ Enrique Armisén 10, local).

Por último, os recordamos los teléfonos, la dirección web y el correo del proyecto, donde ya podéis poneros en contacto con nosotros para comenzar a organizar las salidas habituales de VoluntaRíos en las que estéis interesados:

Tlfnos.: 976 250 761
proyecto@voluntarrios.org
www.voluntarrios.org

Un fluvial saludo y hasta pronto,

Equipo VoluntaRíos

El juzgado obliga a desmontar la central que arrasó las pozas de Oia

LA VOZ DE GALICIA

(17/02/2009)

La empresa ocupó un área de servidumbre no prevista en el contrato sin justificar la utilidad pública del proyecto

La sentencia condena a Hidrotide a retirar el acueducto y el tendido eléctrico por ocupación ilegal de terreno

El juzgado de primera instancia e instrucción número 2 de Tui ha condenado a la empresa Hidrotide a desmantelar la minicentral eléctrica que desde hace quince años explota en el río Vilachán, en las parroquias de Burgueira y Loureza de Oia. Esta minicentral es la que provocó un vertido de toneladas de lodos el pasado mes de junio que arrasó las pozas de Burgueira.

Pero el fallo judicial no responde a aquel desastre ecológico, denunciado por los comuneros de Burgueira, sino a otra demanda que fue planteada por la comunidad de montes de Loureza por una ocupación irregular de sus terrenos. El edificio de la minicentral eléctrica construida en la ribera del río cumple con las condiciones del contrato firmada en su día entre la empresa y los comuneros, pero no así el cableado y la tubería, que son partes indispensables para que el sistema funcione.

La sentencia obliga a la empresa a retirar el tendido de cableado que sirve para extraer la energía producida en el río y la tubería que conduce el agua hasta la planta de transformación. El cableado ocupa una longitud de 165 metros cuadrados y 2.475 metros cuadrados de superficie, mientras que la tubería ocupa un área de 495 metros cuadrados.

Según la sentencia, desde una interpretación lógica del contrato, sería razonable pensar que, al ceder el derecho de superficie para construir la central hidroeléctrica, la comunidad de montes procedió a atribuir amplias facultades a la empresa para realizar todas las obras que sirvan para poner en funcionamiento la central, incluida la constitución voluntaria de servidumbres para la conducción del agua y la energía eléctrica.

Sin embargo, afirma que en este punto la ley de montes vecinales en man común de Galicia es clara, ya que sólo admite imponer servidumbres en los montes vecinales por causa de utilidad pública e interés social, requisito que no consta que se haya producido en este caso particular.

Intervenciones en el debate sobre caudales de Tortosa

Acte sencer (inclús les intervencions del públic) organitzat per la Plataforma en Defensa de l’Ebre consistent en un debat, en una taula redona sobre lo cabdal mínim del riu. Intervencions de l’A.C.A, la C.H.E., l’I.R.T.A., la P.D.E.

Introducció Susanna Abella, P.D.E:

1- http://www.youtube.com/watch?v=AS-T-yJoJdk&feature=channel_page

Representat de l’A.C.A:

2- http://www.youtube.com/watch?v=ujifEw0YQ6U&feature=channel_page

Continuació de discurs del representant de l’A.C.A i intervenció del representant de la C.H.E:

3- http://www.youtube.com/watch?v=NIsrGPntKqA&feature=channel_page

4- http://www.youtube.com/watch?v=W-2XJTyysh8&feature=channel_page

Continuació del discurs del representant de la C.H.E. i intervenció de Rafa Sánchez:

5- http://www.youtube.com/watch?v=rjXBvfFTgKI&feature=channel_page

6- http://www.youtube.com/watch?v=2JsJC4KUnQ8&feature=channel_page

7- http://www.youtube.com/watch?v=twfEnhpy8ec&feature=channel_page

Intervenció del representant de l’I.R.T.A:

8- http://www.youtube.com/watch?v=101OcMuNPco&feature=channel_page

9- http://www.youtube.com/watch?v=j2eTbEyQG6c&feature=channel_page

Intervenció de Manolo Tomàs de la Plataforma en Defensa de l’Ebre:

10- http://www.youtube.com/watch?v=hrShaRya3t0&feature=channel_page

Continuació de la intervenció de Manolo Tomàs i intervencions del públic i explicacions des de la taula:

11- http://www.youtube.com/watch?v=19awWejXHps&feature=channel_page

12- http://www.youtube.com/watch?v=z0hJ-b6K4LA&feature=channel_page

13- http://www.youtube.com/watch?v=Ab-Rru5BQgo&feature=channel_page

14- http://www.youtube.com/watch?v=ft6DU4UGXR0&feature=channel_page

Movimento Cívico pela Linha do Tua, face à gravidade da situação actual da Linha do Tua

COMUNICADO
(06/02/2009)

O MCLT – Movimento Cívico pela Linha do Tua, face à gravidade da situação actual da Linha do Tua, exige aos organismos tutelares da Linha do Tua as seguintes medidas:

  • O fim imediato da delapidação do Património Ferroviário do distrito de Bragança;
  • O apuramento de responsabilidades nos acidentes recentes;
  • A reabertura célere da Linha do Tua com garantias de segurança para a sua exploração;
  • A apresentação de um plano de modernização e dinamização da via, estações e material circulante;
  • A reabertura da Linha do Tua até Bragança e prolongamento à estação da rede convencional espanhola e de alta velocidade europeia de Puebla de Sanábria.

A REFER anulou recentemente na estação do Tua 2 vias da Linha do Tua (LT), deixando-a reduzida a 1 via principal, construindo nesse espaço um estradão de terra batida. No seguimento de igual anulação nas estações da Brunheda, Vilarinho, Frechas e Mirandela, e aliado à política de reduzida velocidade máxima e inúmeras limitações de velocidade, impostas pelo LNEC e IMTT em detrimento da modernização da via, os níveis de segurança de exploração estão a ser perigosamente reduzidos. Isto porque se está a suprimir a capacidade de operação dos comboios, ao lhes ser reduzido o número de estações onde possam efectuar cruzamentos e/ou permanecerem estacionados.

A estratégia seguida actualmente é em tudo semelhante à seguida em 1991/1992 para o encerramento do troço Mirandela – Bragança. As promessas do Governo de então, de desenvolvimento através do IP4 e IP2 redundaram em fracasso, estradas que volvidos 18 anos não foram sequer concluídas, deixando em apenas 5 anos as populações sem comboio e sem autocarro de substituição. Encerrar a LT e basear o desenvolvimento da região trasmontana apenas na A4 terá como consequência acelerar a desertificação da região em mais 30km/h.

Dia 18 deste mês termina o período de discussão pública do Estudo de Impacte Ambiental (EIA) da Barragem do Tua (BT). A BT contribuirá no máximo em 0,5% de produção de energia eléctrica. O reforço de potência da Barragem do Picote conseguirá produzir o equivalente a 75% do que irá produzir a BT, mas por 1/3 do custo desta, e se combinarmos os 3 reforços de potência de barragens previstos a nível nacional (Picote, Bemposta e Alqueva), estes produzirão o mesmo que 3 BT. O mais grave é que a zona de construção desta barragem aparece toda ela assinalada no Programa Nacional de Política de Ordenamento do Território como em situação de «perigo de movimento de massa» e «troço de influência de ruptura de barragem». Os governantes e demais apoiantes desta barragem não se limitam a hipotecar o futuro dos Trasmontanos; brincam literalmente com as suas vidas. Este documento aponta ainda como objectivos nacionais o reforço da cooperação transfronteiriça, e a organização de locais que sejam notáveis pela qualidade do ambiente e do património, genuinidade e qualidade dos seus produtos, e pela sustentabilidade de práticas de produção e nível dos serviços colectivos. Em aditamento, o Plano Estratégico Nacional do Turismo privilegia o Douro como um dos Pólos Turísticos fundamentais, estratégia que ficará ferida mortalmente por uma cicatriz de betão com dezenas de metros de altura, num dos vales mais selvagens e deslumbrantes da Europa, em pleno Património da Humanidade, cortando a ligação entre o Douro e o restante território de Trás-os-Montes. Em suma, a BT, projecto sem qualquer tipo de justificação viável, vem fazer tábua rasa e mesmo contrariar frontalmente documentos de importância máxima para a gestão estratégica de Portugal. Nos últimos dias, em Alijó e Murça, representantes da EDP admitiram que o EIA desumaniza os impactes da BT, reduzindo tudo a números. A própria Adega Cooperativa de Murça, que perderá 60 hectares de vinha de Vinho do Porto, não foi sequer consultada, e as populações mostraram a sua preocupação com compensações que rapidamente se esgotarão e não criarão suportes para o futuro.

A Câmara de Marvão, que recentemente viu a CP retirar da estação de Marvão-Beirã mobiliário centenário, resolveu apresentar uma proposta de reconhecimento de toda a estação como Imóvel de Interesse Público. O Partido Ecologista Os Verdes já apresentou uma proposta de reconhecimento de parte da Linha do Tua como Património Nacional. No ano de 2008 a UNESCO integrou duas vias-férreas na lista de Património da Humanidade, tendo já recebido queixas d’Os Verdes e da QUERCUS sobre o atentado à sustentabilidade deste sítio que está em causa com a BT. O MCLT questiona e condena veementemente a desunião das autarquias de Alijó, Carrazeda de Ansiães, Murça, Vila Flor, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Bragança, cuja consequência é a destruição do património cultural e industrial ferroviário de Trás-os-Montes, tendo na Linha do Tua, obra-prima de engenharia e herança cultural, um tesouro nacional. Não podemos permitir que se continue a emparedar e desmantelar estações, que mais material histórico seja levado para museus a centenas de quilómetros de distância, que estações se transformem em ruínas.

Em 2003, reabriu-se na Espanha uma Via Estreita com 340km de extensão, o equivalente a reabrir as Linhas do Tâmega (40 km encerrados), do Corgo (71km encerrados), do Tua (76km encerrados), do Sabor (105km encerrados), do Douro (28km encerrados), e com os restantes quilómetros quase ir de Bragança à Puebla de Sanábria. Tudo com um custo de € 123.500/km; a A4 custará € 3.000.000/km, enquanto que a ciclovia feita na Linha do Sabor está a custar € 125.000/km. Não podemos deixar passar em branco esta sangria de fundos nacionais e comunitários, enquanto se ignora totalmente o caminho-de-ferro e o seu papel fundamental no desenvolvimento económico-social sustentável.

Numa última nota congratulamo-nos com as declarações recentes da Secretária de Estado dos Transportes, ao reforçar a importância da Linha do Tua, e rejeitando liminarmente a alternativa rodoviária proposta pela EDP. Esperamos, como prometido, que em Março a Linha do Tua esteja finalmente operacional, em conformidade com a segurança e modernização que se exigem.

¿Quién defiende a los de Jánovas?

“Qué poco dura la alegría en casa del pobre”, decía a veces mi madre. Me he acordado hoy de eso cuando he leído la noticia en el Heraldo de Aragón:

«Los vecinos de Jánovas deberán pagar hasta 34 veces más de lo recibido por sus casas y campos«

En el fondo, a nadie le ha cogido esto verdaderamente por sorpresa. Menos que a nadie, a los antiguos vecinos de Jánovas. Porque a los que no hemos vivido las injusticias que ellos han tenido que padecer durante tantos años (palmarias, brutales, continuas, silenciadas por los medios, amparadas por los poderes públicos), quizá nos pueden engatusar con palabras; pero a ellos, no.

No me sorprende que Endesa se mantenga en su empeño de hacer negocio pasando por alto toda esa gran injusticia que ha sido y sigue siendo la historia del pantano de Jánovas. Pero confieso que me han dejado boquiabierta las declaraciones de su portavoz al Heraldo, aludiendo a “la legalidad”, al “precio legal”, o a que no considera adecuado “saltarnos la ley“, en referencia a lo que marca la Ley de Expropiación Forzosa para el supuesto de las reversiones de propiedades cuando no se hace una obra.

Estoy absolutamente a bolos. Dan ganas de soltar una retahíla de improperios (cosa que, desde luego, supongo que es lo que habrán hecho todos los aragoneses de bien cuando hayan leído la noticia), pero no procede. Para qué. Es mejor contestar con argumentos, que de eso vamos sobrados. Igual que de razón. Que esto último sea importante o no para quienes tienen el poder de decidir… es otro cantar.

Vamos, pues, con los argumentos:

1. La Ley de Expropiación forzosa establece en su artículo 54 que el derecho de reversión existe cuando transcurren CINCO AÑOS, CINCO, desde que se expropia un bien y no se inicia la ejecución de la obra.

Los antiguos vecinos de Jánovas han solicitado la reversión en múltiples ocasiones desde principios de los años ochenta, como mínimo, y jamás se les ha reconocido el derecho a que les fueran devueltas sus propiedades. Despreciando lo que decía la ley, tanto la Administración hidráulica como los Tribunales contestaron una y otra vez que, en fin, la obra no se había hecho pero se iba a hacer, y por tanto era absurdo devolver esas propiedades para tener que expropiarlas acto seguido. ¿Quién se “saltó la ley” aquí?

La concesión de caudales del río Ara se otorgó a una empresa a comienzos del siglo XX con la indicación clarísima de que, si en un plazo de cuatro años no se habían iniciado las obras, esa concesión caducaría. Las obras, a la vista está después de casi cien años, no se hicieron nunca. Pero no importó. Es más, la misma historia se ha repetido desde entonces decenas de veces: las empresas concesionarias se han saltado una y otra vez los plazos que les marcaba la ley… y nunca ha pasado nada. Cuando, el año pasado, se declaró finalmente caducada esa concesión de aguas del río, se estableció no obstante que a la empresa que mantenía los derechos (después de varios cambios de titular, hoy es Endesa) había que darle una indemnización. ¿Qué ha pasado, nuevamente, a lo largo de tantos años, con el respeto a la ley? Parece que se la “saltó” más de uno, ¿no?

Además, las indemnizaciones se establecen con celeridad cuando se trata de indemnizar al poderoso. Pero de indemnizar a las víctimas… eso ni se mienta.

Si alguien hubiera mantenido en todos estos años ese respeto a la ley que el portavoz de Endesa exige hoy, el valle del Ara sería una tierra próspera y feliz, los pueblos de Jánovas, Lavelilla y Lacort estarían vivos y sus vecinos no habrían tenido que salir de sus casas a golpe de dinamita o atemorizados por la guardia civil. Con el dinero de la indemnización en el bolsillo, sí, pero un dinero que se vieron obligados a aceptar, y en todo caso tramposo y miserable, escaso e injusto.

2. El artículo 55 de esa misma ley fija que los bienes se revertirán a cambio de la devolución de la indemnización que en su día se pagó, actualizada según el IPC. Sí. Pero acto seguido se dice que si esas propiedades hubieran sufrido un menoscabo en su valor, tendrá que revisarse esa situación y valorarse adecuadamente. Hoy aquellos pueblos son una pura ruina. ¿No es eso un menoscabo de su valor? ¿Cabe tener en consideración que esa ruina no la ha provocado sólo el tiempo, sino que en muchos casos es producto de la propia actividad de Iberduero, que destrozó todo lo que pudo (casas, campos, acequias, riegos, árboles, tendidos eléctricos, suministros de agua, caminos) deliberadamente?

3. El portavoz de Endesa se muestra muy preocupado por la especulación. Ay, la especulación. Está tan feo, eso de especular… Así que alude a que se debe cobrar un dineral a los antiguos propietarios para evitar que, acto seguido, éstos se vuelvan a vender sus propiedades y el dineral se lo ganen ellos. ¿Dónde se ha visto, hombre? El dineral se lo tiene que ganar el que se lo tiene que ganar, esto es, el que ya lo tiene.

A mí no me gustaría, como a mucha otra gente, que el valle del Ara se convirtiera ahora en otro Biescas. Pero si es eso lo que deciden sus propietarios, ¿quién tiene derecho a decirles que no lo hagan? ¿Les pedimos cuentas a los de Biescas? ¿O a los del propio Fiscal? Los de Fiscal son perfectamente libres de vender sus casas y sus tierras a quienes quieran, si quieren, por el mejor precio que puedan conseguir. ¿Alguien les está diciendo algo? Y lo mismo que digo Fiscal, digo cualquier otro pueblo del Pirineo, o cualquier piso de La Almozara en Zaragoza con la movida de la Expo, por poner otro ejemplo.

¿Sale alguien de Endesa en esos casos diciendo que se debe evitar a toda costa la especulación, que estamos destrozando nuestras montañas, que destrozamos el meandro y las huertas del Ebro? ¿No es, cuando menos, sorprendente que sólo exista esa preocupación y esos desvelos virginales en el caso de Jánovas?

Es bueno, el reportaje que hace el Heraldo: es evidente la reacción que provoca. Sólo le pondría dos “peros”: la cronología que incluye en la página 4 tendría que haber seleccionado los episodios más sangrantes de los múltiples retrasos, cambios de proyecto, incumplimientos de plazos e ilegalidades en los que ha incurrido este proyecto del nunca construido pantano de Jánovas, para que hubiera quedado patente la magnitud de la injusticia cometida, en un simple ramillete de fechas. El otro “pero” es el artículo de Ignacio Celaya.

Le tengo aprecio, a Nacho Celaya, y creo que él lo sabe, así que confío en que entenderá bien lo que digo. Él fue protagonista del primer intento de la Iniciativa Social de Mediación, y curró bien y de lo lindo. Creo que fue una hermosa iniciativa tristemente frustrada cuando estaba a punto de publicar sus logros.

Pero no todo es negociable. Si a mí me matan un hijo, yo no puedo negociar con el asesino. Hay cosas que no se solucionan por la vía de la negociación ni de la intermediación para acercar posturas, sino por la vía de la justicia. Y Jánovas es uno de esos casos.

Jánovas no está teniendo una “segunda oportunidad”, como ha titulado él los dos artículos que ha publicado sobre el tema de la reversión en el Heraldo, uno en julio y otro hoy: Jánovas está teniendo ahora la única ocasión de que se repare la injusticia absoluta que se cometió con sus vecinos, como con los de Lavelilla y los de Lacort, y con todos los pequeños pueblos del valle de Solana. Habría sido de agradecer un artículo más militante, más comprometido con las víctimas. Quizá no puede hacerlo él, que ahora ostenta un cargo de importancia en la DGA. Pero entonces, ¿quién sale en defensa de los de Jánovas? ¿Hay algún partido político por ahí, de esos (todos) que tanto se alegran cuando hay buenas noticias para Jánovas, que ahora rompa una lanza en su favor?

Me ha llenado de tristeza la referencia final, en el artículo de Celaya, a que “cada cual deberá dejarse pelos en la gatera”. Porque estoy segura de que Endesa no se va a dejar ni un solo pelo en la gatera. Para ellos es una cuestión de beneficios, beneficios, beneficios, beneficios y más beneficios. Una gran empresa no entiende de otra cosa, por mucho que su publicidad nos intente convencer de que se preocupa por los hijos de nuestros hijos. Sé, sin embargo, que los antiguos vecinos de Jánovas se han dejado ya en la gatera por la que les obligaron a pasar hace más de cuarenta años no sólo los pelos, sino sus derechos y sus perspectivas de futuro. ¿Aún se tienen que dejar algo más?

Os advierto de que no están dispuestos. Jánovas no rebla.

Una última cosa: el plan de desarrollo sostenible que está elaborando o ha elaborado ya ECODES con el Ayuntamiento de Fiscal, en el que por cierto no han participado los antiguos vecinos de Jánovas (creo que tal vez la Dirección General de Participación Ciudadana podría intervenir para eso ahí), cuenta, según se deduce de lo publicado hoy por Heraldo, con el apoyo de Endesa. Sería un apoyo muy loable si la empresa no tuviera parte en ello, pero la tiene: se haga como se haga la reversión, una parte de las tierras y propiedades quedará definitivamente para Endesa, pues habrá gente que no acuda a la reversión (sobre todo, si la ponen a esos precios), y familias ilocalizables o extinguidas que ya no podrán reclamar sus derechos. Desde esa perspectiva, cobra un sentido claro la afirmación del portavoz de Endesa sobre que “tiene que haber un compromiso muy fuerte de las instituciones, tanto del Gobierno español como del aragonés, para compensar al territorio”. Toda infraestructura que se haga, a la empresa le vendrá bien; no tendrán inconveniente en hacer el tendido para el suministro eléctrico, por ejemplo.

David está siempre en riesgo de sucumbir ante Goliath. Por eso debe tener la honda permanentemente preparada.

Los afectados por los grandes embalses piden que el nuevo Plan de Cuenca reduzca los regadíos y rechace los trasvases

ARAGÓN DIGITAL
(04/04/2009)
La Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases ha presentado un total de 57 alegaciones al Esquema provisional del nuevo Plan de Cuenca del Ebro, entre las que destacan la reducción del regadío y el rechazo a los trasvases. Además, convocará unas jornadas de debate con la CHE y todos los agentes relacionados con la Cuenca.
La Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases (Coagret) ha presentado 57 alegaciones al “Esquema provisional de temas importantes” sobre el Plan de Cuenca de 2009 que la Confederación Hidrográfica del Ebro ha sometido a consulta pública.

Aunque el presidente de Coagret, Julián Ezquerra, ha reconocido que este esquema es “un análisis más profundo y más serio” que nunca sobre el estado de la Cuenca, acto seguido ha alertado de que éste pone en evidencia “unas deficiencias tan importantes que la CHE no las va a poder resolver antes de 2015”.

Para resolver estos problemas y cumplir con la Directiva Marco del Agua, las alegaciones realizadas por la Coordinadora se centran en la reducción de las hectáreas de regadío, la necesidad de tener en cuenta a los afectados por las obras hidráulicas, el rechazo a los trasvases, la creación de reservas fluviales más allá de las cabeceras de los ríos, y el replanteamiento de todas y cada una de las infraestructuras previstas.

Así, Ezquerra ha apuntado a la contaminación como uno de los problemas más graves, y al regadío como su principal causante. Por ello, ha sugerido un “replanteamiento radical de la agricultura de regadío”, similar a la reconversión realizada en sectores como la pesca, ya que la actual marcha de este sector “es incompatible con los objetivos medioambientales”. “En vez de aumentar las hectáreas de regadío, hay que reducirlas”, ha sentenciado el responsable de Coagret.

Éste también ha llamado la atención sobre el hecho de que “los trasvases ni se mencionan” en el “Esquema provisional de temas importantes”, a pesar de que “hay formaciones como el Partido Popular, susceptibles de llegar al Gobierno central, que siguen promoviendo una política de trasvases”. Así, la Coordinadora ha alegado que el Plan de Cuenca “rechace taxativamente los trasvases”.

Ezquerra ha trasladado este rechazo a todas las obras hidráulicas previstas en la Cuenca del Ebro, en su mayoría embalses. Éstos “impiden alcanzar el buen estado del caudal tanto donde están como río abajo”, ha dicho el presidente de Coagret, recordando que “el buen estado de las masas de agua es uno de los principales objetivos” de la Directiva Marco del Agua. Así, no sólo ha propuesto que se echen para atrás proyectos como el recrecimiento de Yesa o el embalse de Biscarrués, sino también “quitar algunos que no se usan”, ha señalado, poniendo como ejemplo el embalse de El Val, de cuyos 24 hectómetros cúbicos de capacidad sólo se utilizan cuatro al año.

Y es que el responsable de la Coordinadora ha acusado a la CHE de “no cumplir ni siquiera sus propias obligaciones”, ya que “ni siquiera en los embalses públicos se contemplan los caudales ambientales”. Respecto a esta medida, ha comentado que “hay muy poca intención de llevarla a cabo en el periodo de este Plan de Demarcación”.

Jornada de debate

Para tratar de solucionar esta situación, Coagret ha anunciado este martes que convocará una mesa redonda para el próximo 14 de marzo sobre los caudales ambientales, los problemas que plantean y cómo resolverlos.

Así, invitará a responsables de la CHE y el Departamento de Medio Ambiente, a técnicos de la Fundación Nueva Cultura del Agua, a representantes de los regantes y también de las empresas hidroeléctricas.

La intención es que, entre todos, traten de ponerse de acuerdo para mejorar la situación de las masas de agua y los caudales ambientales. “Hay que dejar de evaluar y ponerse a ello, empezar a aplicarlo”, ha dicho Julián Ezquerra, asegurando que “hay muchas propuestas” para mejorar la situación.

Coagret presenta 57 alegaciones al esquema del Plan de Cuenca

DIARIO DEL ALTO ARAGÓN
(04/02/2009)
Pide que se reduzcan los regadíos y se rechacen los trasvases

La Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases (Coagret) ha presentado 57 propuestas al «Esquema provisional de temas importantes» sobre el Plan de la Cuenca de 2009 que la Confederación Hidrográfica del Ebro ha sometido a consulta pública.

Aunque el presidente de Coagret, Julián Ezquerra, reconoció ayer que este esquema es «un análisis más profundo y más serio» que nunca sobre el estado de la Cuenca, acto seguido alertó de que éste pone en evidencia «unas deficiencias tan importantes que la CHE no las va a poder resolver antes de 2015».

Para resolver estos problemas y cumplir con la Directiva Marco del Agua, las alegaciones realizadas por la Coordinadora se centran en la reducción de las hectáreas de regadío, la necesidad de tener en cuenta a los afectados por las obras hidráulicas, el rechazo a los trasvases, la creación de reservas fluviales más allá de las cabeceras de los ríos, y el replanteamiento de todas y cada una de las infraestructuras previstas.

Así, Ezquerra apuntó a la contaminación como uno de los problemas más graves, y al regadío como su principal causante. Por ello, sugirió un «replanteamiento radical de la agricultura de regadío», similar a la reconversión realizada en sectores como la pesca, ya que la actual marcha de este sector «es incompatible con los objetivos medioambientales». «En vez de aumentar las hectáreas de regadío, hay que reducirlas», sentenció el responsable de Coagret.

Éste también llamó la atención sobre el hecho de que «los trasvases ni se mencionan» en el «Esquema provisional de temas importantes».

La Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases (COAGRET) presenta sus alegaciones al Esquema de Temas Importantes de la Demarcación del Ebro

NOTA DE PRENSA
(03/02/2009)

Entre las 57 alegaciones que hace COAGRET se hace un barrido a todo el documento, destapando muchas de sus carencias; algunas de las cuales en temas muy sensibles. Se alega entre otras cosas:

  • Incluir las descripciones cualitativas junto a las cuantitativas cuando se alanicen los recursos del sistema.
  • Se pide no incluir “reservas estrategicas” que no estén sustentadas en la disponibilidad de recursos descontados los requerimientos ambientales.
  • Se pide realismo en las dotaciones y conocer la eficiencia real de los sistemas.
  • Se solicita una revisión profunda de todas las obras hidráulicas en ejecución o proyectadas como señala el texto refundido de la Ley de Aguas y que se hagan los informes que justifiquen su viabilidad económico, técnica y ambiental, con un estudio específico de recuperación de costes. Todas las obras señaladas en el documento contravienen los objetivos de la Directiva Marco de Aguas, el primero de los cuales es el de no deterioro de las masas de agua.
  • Se pide incorporar a las grandes presas como elementos de riesgo y generadoras de inundaciones.
  • Se señala que el análisis económico de recuperación de costes no es riguroso, ahora no se recupera el 71,2% del coste como se dice sino solo un 20%
  • Se proponen más zonas protegidas o reservas fluviales.
  • Se plantea la inclusión de nuevos Temas Importantes que no han sido tenidos en cuenta y que consideramos claves en la Demarcación:
    • Los Afectados
    • Transparencia e información.
    • Los trasvases.

El documento presentado por COAGRET se puede descargar en este enlace: pdfAlegaciones al esquema provisional de gestion del río Ebro288.09 KB

La Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases (COAGRET) ofrecerá una rueda de prensa donde presentará sus alegaciones al Esquema de Temas Importantes de la Demarcación del Ebro

NOTA DE PRENSA
(02/02/2009)
La rueda de prensa sera en la Federación de Asociaciones de Barrios de Zaragoza (c/San Vicente de Paul 26, 2º) el martes 3 de febrero a las 17:15h

Entre las 57 alegaciones que hace COAGRET se hace un barrido a todo el documento, destapando muchas de sus carencias; algunas de las cuales en temas muy sensibles. Se alega entre otras cosas:

  • Incluir las descripciones cualitativas junto a las cuantitativas cuando se alanicen los recursos del sistema.
  • Se pide no incluir “reservas estrategicas” que no estén sustentadas en la disponibilidad de recursos descontados los requerimientos ambientales.
  • Se pide realismo en las dotaciones y conocer la eficiencia real de los sistemas.
  • Se solicita una revisión profunda de todas las obras hidráulicas en ejecución o proyectadas como señala el texto refundido de la Ley de Aguas y que se hagan los informes que justifiquen su viabilidad económico, técnica y ambiental, con un estudio específico de recuperación de costes. Todas las obras señaladas en el documento contravienen los objetivos de la Directiva Marco de Aguas, el primero de los cuales es el de no deterioro de las masas de agua.
  • Se pide incorporar a las grandes presas como elementos de riesgo y generadoras de inundaciones.
  • Se señala que el análisis económico de recuperación de costes no es riguroso, ahora no se recupera el 71,2% del coste como se dice sino solo un 20%
  • Se proponen más zonas protegidas o reservas fluviales.
  • Se plantea la inclusión de nuevos Temas Importantes que no han sido tenidos en cuenta y que consideramos claves en la Demarcación:
    • Los Afectados
    • Transparencia e información.
    • Los trasvases.

El documento presentado por COAGRET se puede descargar en este enlace: pdfAlegaciones al esquema provisional de gestion del río Ebro288.09 KB